A caixa é sua também.
A PIXIE escolhe o livro e escreve a carta. Todo o resto — a vela, o chocolate, a compota, o objeto que sai de dentro da história — é feito por outra pessoa, e é isso que faz a caixa valer a abertura.
Cada fornecedora até hoje foi garimpada uma a uma, no Instagram e em feira. Funciona com uma caixa; não funciona com dez. Então está aqui a porta da frente: se você faz alguma coisa que caberia dentro de uma noite de leitura, a gente quer ver.
O que procuramos
- 01
Produção pequena
Vinte, cinquenta, cem unidades por lote. A gente monta caixas contadas — quem precisa de pedido mínimo de mil não vai conseguir trabalhar com a gente, e tudo bem.
- 02
Feito por quem vende
Ateliê, cozinha, bancada, vinícola. Revenda de marca grande não cabe: a carta da curadoria conta de onde cada coisa veio, e “comprei no atacado” não é uma história.
- 03
Cabe numa narrativa
A vela de um livro que se passa num pomar cheira a maçã e lenha. Não precisa ser temático de propósito — precisa conseguir virar parte de uma história quando a gente escrever sobre ele.
- 04
Preço que fecha
Compramos com preço de revenda e pagamos à vista no fechamento do lote. Se isso não fecha para vocês agora, diz — às vezes fecha em consignação, às vezes fecha mais pra frente.
As gavetas que existem
É por aqui que a gente organiza a busca. Se a sua marca não está em nenhuma, escolhe a última — a curadoria muda a cada lote, e categoria que aparece muito acaba virando gaveta.
- Vinho, destilado ou bebida sem álcool
- Chocolate, doce, conserva ou café
- Vela, incenso ou perfumaria
- Papelaria, marcador ou impressão
- Objeto, joia ou artesanato
- Editora, sebo ou distribuidora
- Outra coisa — eu explico abaixo
Como funciona depois
A gente responde — inclusive quando a resposta é “agora não”. Se fizer sentido, pedimos amostra e preço de revenda, e a primeira compra costuma ser pequena de propósito: o lote inteiro de uma caixa, para os dois lados verem se a parceria funciona antes de virar compromisso.
