Sobre
Uma botica literária.
Por que uma bula
Toda caixa PIXIE é pensada como um remédio para uma noite específica: a chuvosa, a de comemorar, a de não querer falar com ninguém. O livro é o princípio ativo. A bebida, o cheiro e o objeto que sai de dentro da história são o resto da fórmula. E vem com bula, porque tem modo de usar: taça servida, telefone em outro cômodo, sem pressa.
Feita quando você pede
Nenhuma caixa fica parada em estoque. Cada uma é montada à mão depois do pedido, com a carta da curadoria escrita à mão — não impressa — e o bilhete de quem dá o presente, quando tem um. É por isso que leva alguns dias, e é por isso que chega diferente.
Feita com outras mãos também
A PIXIE escolhe o livro e escreve a carta. A vela, o doce, o objeto da história vêm de marcas pequenas, de gente que produz em lote curto. Cada caixa é também um jeito de colocar o trabalho delas na mão de quem lê. Se você faz alguma coisa que caberia numa noite de leitura, a porta é esta.
Escrita a várias mãos
A vitrine começa pequena de propósito e cresce pelo que as leitoras pedem: livro muito sugerido vira caixa, e quem sugeriu fica sabendo primeiro. E quando o livro que você quer não está aqui, dá para montar a sua.
Quem faz
A PIXIE nasceu em São Paulo, entre uma pilha de livros e uma taça. O resto da história a gente conta no Instagram, uma caixa de cada vez.
O primeiro capítulo de muitos.
